No Caso De Raios E Trovões

02 May 2019 23:49
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<h1>5 Segredos De Empresas Que Executam Sucesso Nas M&iacute;dias sociais</h1>

<p>O jornalista e critico de vinhos Steven Spurrier levou o t&iacute;tulo de homem do ano de 2017 da revista inglesa Decanter (leia nesse lugar reportagem - em ingl&ecirc;s), a mais prestigiada publica&ccedil;&atilde;o do setor. Esta honraria joga luzes, desde 1984, sobre uma personalidade essencial do mundo do vinho e neste instante elegeu produtores, cr&iacute;ticos e en&oacute;logos. A divulga&ccedil;&atilde;o &eacute; garantida: o cidad&atilde;o eleito - e aquilo que ele representa - ganha influ&ecirc;ncia mundial por este mercado. E o que Spurrier representa? Como Conquistar Abundantes Seguidores No Facebook trajet&oacute;ria vencedora e uma hist&oacute;ria de exist&ecirc;ncia dedicada ao vinho, epis&oacute;dio. No entanto tamb&eacute;m &eacute; um porta-voz de uma m&iacute;dia em procura de um bote salva-vida: a revista impressa especializada (veja mais sobre o cr&iacute;tico nos par&aacute;grafos abaixo).</p>

<p>Tua alternativa suscitou uma d&uacute;vida na rede: trata-se de uma justa homenagem ou autopromo&ccedil;&atilde;o da publica&ccedil;&atilde;o e o que ela representa? Por fim o jornalista &eacute; editor da Decanter h&aacute; vinte anos. N&atilde;o cabe nesse lugar interrogar a lisura ou legitimidade do pr&ecirc;mio. A sele&ccedil;&atilde;o &eacute; ratificada por personalidades do meio consultadas pela revista.</p>

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<p>E, convenhamos, &eacute; uma decis&atilde;o editorial da Decanter. Ela s&oacute; vale neste local para motivar alguns pontos de conversa, o que vem logo abaixo. Esta premia&ccedil;&atilde;o acontece no momento em que as publica&ccedil;&otilde;es especializadas e a avalia&ccedil;&atilde;o dos velhos influenciadores est&atilde;o sendo colocadas em cheque pelas redes sociais e comunidades de avalia&ccedil;&atilde;o de vinhos. A dicotomia nem &eacute; a da m&iacute;dia impressa X m&iacute;dia digital, uma vez que a curadoria e a import&acirc;ncia dos palpiteiros digitais (no qual me incluo) assim como est&aacute; em conversa.</p>

<p>Todo o velho paradigma, ou nem t&atilde;o velho desse modo, enfrenta a concorr&ecirc;ncia da comunidade digital e seus aplicativos sempre &agrave; m&atilde;o - leia-se Vivino, Cellar Tracker, e os onipresentes Facebook, Twitter e Instagram da exist&ecirc;ncia. Hoje eles tamb&eacute;m s&atilde;o Planejamento De Marketing Em M&iacute;dias sociais . Leia bem como: O saca-rolhas sumiu! A web &eacute; uma destruidora de modelos de neg&oacute;cio. &Eacute; Unilever Amea&ccedil;a Parar De Investir Nas Redes sociais. Blefe? defini&ccedil;&atilde;o. Foi desta forma com a m&uacute;sica, chegou pela m&iacute;dia e imediatamente transforma todas &aacute;reas de neg&oacute;cios que toca: financeiro, comercial, servi&ccedil;os, transportes, turismo.</p>

<ul>

<li>2 - Organiza&ccedil;&otilde;es checam perfis em redes sociais antes de contratar</li>

<li>Use hiperlinks rastre&aacute;veis que n&atilde;o s&atilde;o marcados como spam</li>

<li>O servi&ccedil;o que o deixou denominado como “o cientista que ajudou a ONU a conter o ebola”</li>

<li>Possuir uma p&aacute;gina no Facebook &eacute; prazeroso pro Search Engine Optimization (Seo (search engine optimization))</li>

<li>Informe do dia</li>

<li>M&aacute;rio Abdala Filho falou: 30/07/12 &aacute;s 00:37</li>

<li>dez Passos pra Desenvolver um Site de Sucesso | Samuel Pereira</li>

</ul>

<p>Todo fregu&ecirc;s &eacute; um “opinador”; um editor amador que tem in&uacute;meras ferramentas &agrave; m&atilde;o para expressar teu ponto de vista. Pelas m&iacute;dias sociais um “opinador” muito compartilhado acaba se tornando um influenciador, algumas vezes at&eacute; mais significativo que o profissional que vive disso. N&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil detectar a a&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o coletiva e para onde caminha a humanidade.</p>

<p>Quando informalmente voc&ecirc; cita um vinho pra um colega que gosta de a bebida, qual a pergunta mais comum? 1. Quem Utiliza As Redes sociais Tromba do vinho no Vivino (23 milh&otilde;es de usu&aacute;rios)? 2. Qual a nota do Robert Parker (ou outro cr&iacute;tico ou revista qualquer)? Posso apostar, sem muita oportunidade de defeito, que a primeira conjectura &eacute; mais comum.</p>

<p>Leia tamb&eacute;m: O adoro dos cr&iacute;ticos combina com o seu? Tem teu contraponto bem como. A opini&atilde;o do coletivo podes carecer de legitimidade e curadoria. Tem o tra&ccedil;o de disparar o efeito manada, t&atilde;o comum &agrave;s m&iacute;dias sociais. O vinho mais votado, o que tem mais estrelas nos aplicativos, ou &eacute; mais compartilhamento na rede, &eacute; necessariamente o melhor? Do mesmo jeito existe o fen&ocirc;meno do Fake News, &eacute; poss&iacute;vel produzir o efeito Fake Score, com rob&ocirc;s ou humanos votando em massa nas comunidades e elevando pra cima a pontua&ccedil;&atilde;o de um r&oacute;tulo?</p>

<p>Sim, tudo isto &eacute; poss&iacute;vel. Por&eacute;m com certeza a massa de dados formada pelos usu&aacute;rios tem o potencial de nortear o mercado com mais assertividade que a avalia&ccedil;&atilde;o habitual e juramentada dos especialistas convencionais individualizados. E guiar a massa dos fregu&ecirc;ses perdidos diante de tantas op&ccedil;&otilde;es. A charada que se coloca &eacute;: as duas for&ccedil;as se complementam ou se excluem?</p>

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